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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Finalista.

Aproxima-se a passos largos o fim de mais um ano lectivo. Acontece que este não é apenas mais um. Este é o ano em que sou finalista. Este é o ano em que fico licenciada. Este é o ano que marca o fim de uma tão amada vida académica. Este é o ano que marca o ínicio de uma nova etapa da minha vida.

Há nos simbolismos acadámicos a tradição de se benzerem as fitas e isso acontecerá daqui a exactamente 20 dias.
É, para isso, preciso que sejam entregues fitas aos amigos, professores e familiares que nos são mais queridos e sejam também recolhidas para que no dia da benção estejam expostas na nossa pasta de finalista como se de medalhas se tratassem. É, também, costume que seja escrita por nós uma dessas fitas para que seja depois queimada, em memória da efémera vida académica que está prestes a definhar mesmo na nossa frente.

Decidi, pois, que esta será a semana destinada à queima da minha fita. Gostaria que ela fica-se perpetuada em algum local que não a minha memória, e este parece-me bem!
Fica, então, aqui aquela que estará no final da semana reduzida a cinzas:

"Citando Francisco Otaviano em seu poema «Ilusões da Vida»:

«‎Quem passou pela vida em brancas nuvens
E em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem, não foi homem.
Só passou pela vida... não viveu!»

Ao cabo de três anos de uma luta por mim mesma espero que depois da tempestade, seja a vez da bonança e que o horizonte não muito longínquo me traga aquilo que quero, e que na verdade não é muito mais do que aquilo que tive até aqui: força para me erguer, para não ceder, para não desistir quando os ferimentos de uma batalha começam a ser demasiado duras; persistência para continuar a correr pelos meus sonhos e lutar uma luta que cada vez mais se afigura maior.
Destes três anos ficam todos aqueles que pelas suas formas, maneirismos e pensamentos me conquistaram, ficam os momentos que com eles passei e tudo o que aprendi com eles.
A todos eles desejo tudo o que para mim também desejo!
Aos outros, que me apoiaram e ampararam nestes dias de loucura, fica o meu mais profundo agradecimento!

SOU DE VOCÊS!

A mim...
A nós, aos que gostam de nós e o resto...
...que se F#)@!»

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Só uma notazinha...

Eu não sou de arranjar pretextos para comemorar o que quer que seja...mas desta vez estou a merecer!

6 cadeiras feitas em avaliação contínua :D

quarta-feira, 3 de março de 2010

Uma coisa muito má

Olá meus queridos e fantásticos leitores!
Como é que estão hoje? Têm os pés tão frios como os meus, ou hoje só chove e faz frio aqui na rua?
Hoje venho falar de uma coisa muito, muito má.
Estão a ver o cabo das tormentas? Estão?? Ainda bem que não.
Qualquer prova oral é coisa para levar um indivíduo à loucura e nos casos mais graves é coisa para levar um indivíduo a cometer o suicídio "irónico"*. Uma prova oral de Economia é algo de indescritível. Para os católicos é como se tivesse morrido e fosse directamente para o inferno sem sequer passar pelo purgatório. Para um cantor é como se tivesse ficado afónico para todo o sempre. Para uma pulga é como se tivessem deixado de existir cães. Para a Catarina é ter que acordar às 6:30 da manhã entrar numa sala com dois professores a olhar para ela (e um colega também) e só dizer bacoradas pela boca fora!
Eu não sei qual foi o anjinho que esteve comigo, se foi o paizinho que pôs uma cunha com o deus, se foi caridade, promessa ou que raio se passou. Aquilo que sei é que ECONOMIA está feita!
Adeus economia,o prazer foi todo teu porque eu continuo a nutrir um ódio visceral por ti!
Adeus a vocês também meus leitores mais catitas.
Beijinhos no botão esquerdo do rato.
*Suicídio "Irónico" surge em vez de Anómico por gafe de um colega, num teste de sociologia

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"A Single Man" e Economia

Como é que estão os meus leitores favoritos? O da esquerda tem uma nódoa na camisa, é melhor trocar.
Adiante.
O meu dilema académico tinha, aparentemente, chegado ao fim mal acabei o exame de economia.
Aparentemente dizia eu...
Assim que li a sinopse do filme "A Single Man" disse para mim: "Tenho que ver este filme".
As minhas experiências de idas ao cinema sozinha não foram muito felizes, vai daí tinha que arranjar companhia para o ver e por isso tornei-me na criatura mais chata à face da terra até que o Jonas e a Sofia fizeram o favor de me acompanhar ao cinema. A quem não é homofóbico aconselho vivamente. Para quem é, arrisca-se a perder dinheiro e a sair a meio do filme ou pode ser que de repente saiam de lá com uma mente mais iluminada.
O filme fez-me recordar vivências boas e menos boas, através de coincidências entre o tela e a vida real e teve o sabor doce de uma tarde bem passada no cinema em boa companhia.
Teria sido perfeito, se a meio do filme não recebesse uma notícia que amargou a minha boca: "Cati, lamento mas já não estás de férias. Tens oral de economia" disseram-me. A primeira reacção foi: Não quero. Mas logo depois caí em mim, já sei que o tem que ser tem muita força e nos próximos dias vou precisar de muita força e paciência.
Se e vir livre de economia até vou jurar que é mentira.

Até à próxima. Beijinho no canto dos olhos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dilema Académico

Do somatório entre as horas de sono que eu não dormi com o estudo privilegiado da primeira parte da matéria o produto final foi tudo menos bom. Aliás é negro o cenário que tenho na minha frente.
Não fosse isso suficiente, encontro-me ainda no meio de um dilema académico:
Dado que só posso levar à época de recurso 2 cadeiras e tenho 3 cadeiras em atraso qual delas devo preterir em função das outras?
Decidi que Teorias Sociais Contemporâneas (TSC) tenho que fazer e não me admito a mim própria deixar esta cadeira em atraso. A questão agora é: Economia ou Introdução à Análise de Dados (IAD)?
Perante este negro presságio só não choro porque a menina aqui em baixo pede muito...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Bipolarizações

Estou mesmo a precisar de férias!
Percebi isso quando a primeira coisa que me perguntaram hoje foi: Tu dormiste? ao que depois das contas feitas conclui que dormi apenas 4 horas...
O problema é que isto não vem de agora mas de há 2 meses! Sinto-me esgotada física e emocionalmente.
Mas, sonos à parte, hoje estou num misto de tristeza e felicidade.
Felicidade porque me fez bem falar com quem, por teimosia de ambas as partes, não falava já faz tempo e fez-me bem a conversa e a companhia. Tristeza porque depois de uma conversa hoje percebi que, ao contrário do que a pessoa disse, passado um ano e dois meses ainda não me conhecem. Ou talvez conheçam apenas a Catarina que lhes convém conhecer.
Amanhã já não há campanha eleitoral! Ainda bem, isto está a fazer-me mal.
Hoje foi o debate. Foi pavoroso... Tinha algumas questões para fazer, mas não achei que aquele debate de lavagem de roupa suja merecesse a minha interpelação.
Sim, já tenho assente o meu sentido de voto.
E porque o sono é mais que muito, dei uma calinada que não lembra a ninguém. Obrigada Luigi ;)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

erros

Há dias em que quando o despertador toca nos apetece voltar atrás no tempo e dormir mais um bocadinho e depois só mais um bocadinho e quando se estica o tempo até ao limite apetece-nos perpetuar esse momento antes que todo um estado de anomia se apodere do nosso corpo e espírito fazendo com que o simples gesto de levantar da cama seja uma tarefa árdua e esmagadormente angustiante.


Já são vários os dias em que essa anomia toma conta de mim...



Muito por conta dos acontecimentos no âmbito académico que me têm deixado desolada e que me consomem qualquer réstia de alegria que paire no meu estado de alma.


Nem quero fala sobre isso porque fiquei muito decepcionada com aqueles que sempre pensei estarem certos, e depois com os que esses diziam estar errados e mais ainda quando percebi que todos estavam errados, e decepcionada comigo por não só estar errada como por ter insistido no erro...


sábado, 7 de novembro de 2009

3 coisinhas que não podiam deixar de estar aqui!

1ª: Muito recentemente, as Ciências Sociais perderam um grande senhor, mas a sua obra, essa perdurará como todas as grandes obras, falo-vos de Claude Lévi-Strauss, senhores!

2ª: 40 anos! Sim, 40 anos de Rua Sésamo na versão original, e contando já com 20 na versão portuguesa!

3ª: Os afazeres académicos estão todos a querer esmagar-me e o tempo escasseia-se! Mas, I gotta feeling... today's gonna be a good day!


terça-feira, 3 de novembro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Resumidamente

Que este blog está decadente, já me tinha apercebido, agora ando a tentar descortinar como adjectivar a minha vida, se de decadente se de caótica!
Primeiro há que dizer que no meio disto tudo nem tenho feito algo de que gosto sinceramente que é vaguear por essa blogosfera e comentar sempre que me apetece (e em alguns casos, quando mo permitem) mas espero retomar esse (bom) hábito do qual já sinto falta.
Da minha volta à vida académica muito há para contar. Primeiro foram as praxes e as poucas aulas a que assisti, depois vieram as consecutivas mudanças de horário e a tentativa de encaixe da cadeira de opção no mesmo, a juntar-se a isto a alteração dos estatutos para a implementação de Bolonha, já que o ISCSP não consegue mais resistir à mudança imperativa (lado mau da coisa: cada professor pode aplicar o modelo que bem lhe apetecer o que deixa os alunos à toa; lado menos mau: já se passa com 10!), a intervenção académica tem um peso preponderante este ano e a formação da lista para o Núcleo de Sociologia tem-me dado cabo da cabeça (dos nervos e das unhas também!) e o Movimento T (e já o posso anunciar porque nos tornamos públicos desde ontem :D) mostrou-se uma boa resposta para o futuro (e preparem-se porque ainda vão ouvir falar muito no MOVIMENTO T por aqui).
Sobre a minha vida social tenho que referir a sua decadência eminente, dado que se resume a msn e a facebook no tempo que me sobra pós ISCSP (para o qual quase me mudei) e obviamente depois das colheitas feitas!
Das minhas amizades e afinidades devo dizer que se alguns queridos me decepcionaram, uns tantos outros vincaram-se (mais ainda) neste pobre, pequeno e atrofiado coração. Percebo agora que o processo de triagem começa a fazer, cada vez mais, sentido e que no fim restarão aqueles que serão para toda uma vida.
No seio familiar, as coisas não andam muito famosas. E quanto a isso só tenho duas coisinhas a dizer: em primeiro lugar, a censura acabou em 1974. Em segundo lugar, quem me fez assim podia ter-me feito pior. O ambiente forma pessoas e cada pessoa é também um ambiente.
A postura perante a vida, tal como as opiniões são passíveis de mudança e isso acontece sem que tenhamos consciência disso. Quando damos por nós, já estamos mudados e isso aconteceu! Diz quem me conhece, que me tornei numa pessoa menos fechada em si mesma e mais acessível. Eu própria acho que me tornei um pouco mais fria e o cinismo, que antes recusava, passou a fazer parte do meu quotidiano.
Sabem que mais?! Cada vez mais tenho saudades dos tempos em que os meus problemas graves eram as televisões não passarem os desenhos animados que eu queria e a minha irmã não me deixar brincar com as barbies dela, em que as decisões difíceis eram feitas à base do "um-dó-li-tá" ou do "pim-pam-pum", em que "deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer" era levado a sério, resumindo, tenho imensas saudades de ser criança embora nunca o tenha deixado de ser na realidade.


P.S.: Creio que desta vez o post está decentezinho!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sabem que mais...

... ainda bem que me deixaram sozinha, porque só assim me dei a oportunidade de ouvir quem há muito não queria deixar falar e descobri que afinal ainda existe amizade!

domingo, 27 de setembro de 2009

Dura Praxis, Sed Praxis

Tal como havia prometido, cá está o balanço sobre as praxes.
  1. As praxes são tão cansativas para quem está a praxar como para quem está a ser praxado;
  2. As praxes, às vezes, são uma seca;
  3. As praxes nem sempre correm bem com ou sem comissão ou organização ou o que lhe queiram chamar ;
  4. O rally tascas não é para mim (4 estalos bem dados fazia muito bem a muito boa gente);
  5. O sol é mais forte quando o pessoal anda trajado (só pode!);
  6. Os collants são uma merda (Collants 3 X Catarina 1);
  7. Para o ano há mais!

P.S.: estava à espera das fotografias, mas dado que estas ainda não chegaram ao destino...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Isto é assim:

Para o final da semana fica prometido um balanço das praxes, para já aquilo que o cansaço me permite escrever é:

collants 2 X Catarina 0

domingo, 13 de setembro de 2009

Amanhã...

...estou de volta ao "pátio dos cigarros" e ao curso em que os alunos são "líderes da exclusão social e do cancro do pulmão!" Ah! e "pela pinta" são comunas!

Pois é...amanhã começa uma nova etapa no ISCSP!


P.S.: Não estranhem o palavriado, é só o resultado de um quizz do facebook!

sábado, 11 de julho de 2009

Balanço

Lembram-se quando eu cá cheguei? Não? então vão lá ver se fazem o favor!

Pois bem era um qualquer Domingo de Setembro em que as pessoas viviam as suas vidas normalmente, pelo menos as que não estavam na loucura que eram as filas de entrada para o parque da Bela Vista, para verem nada mais nada menos do que a Rainha da Pop. Isso mesmo, a Madonna!

Quando cá cheguei, tentei arrumar as tralhas que trouxe o mais depressa que pude, como que se estivesse a arrumar o aperto que comigo trazia, por saber que para trás tinha deixado uma outra vida: a minha casa, a família, uns tantos amigos e a rotina de anos. Sabia que no dia seguinte me esperava um novo mundo para mim totalmente desconhecido.

No dia seguinte lá fui eu, de manhazinha, ter o primeiro contacto com o sítio que viria a ser a minha segunda casa nos próximos tempos. À chegada, esperava-me um grupo de veteranas, muito simpáticas, mas com fome de vingarem nos outros, aquilo que passaram quando foi a vez delas e, claro está, com o dia da matricula veio também a primeira praxe.

As aulas iam começar 10 dias depois. Conhecendo-me bem, os meus tios, com quem vivo neste momento, acharam por bem mandarem-me para casa durante uns dias, de modo a aproveitar todo o tempo que pudesse. E assim foi.

De volta, foi no dia 25 de Setembro de 2008 que me senti aluna do ISCSP. O dia foi cansativo. Entre o saltar e o gritar, as "granadas" e o "baptismo", as cantorias e a aula fantasma sobrou de mim uma Catarina exausta, mal-cheirosa, e com uma nhanha espalhada pelo corpo e no meu rico cabelo.

O inicio é sempre estranho. As conversas de ocasião são constantes, há trocas de números de telemóveis e e-mail's, fazem-se as mais esquisitas perguntas, contam-se histórias do arco da velha...enfim, o de sempre.
E foi esse grande (ou não assim tão grande) Jantar do Caloiro que começou a promover ligações mais fortes na turma!

Era terça-feira. Acabadinhos de sair de uma aula de IAD (a.k.a. Introdução à Análise de Dados) quando somos quase que intimados a comparecer em tribunal...Tribunal de Praxe!
Já se tinham passado quase dois meses, e eu estava tudo menos adaptada à vida ISCSPiana. As aulas nada tinham a ver com aquilo que imaginara (eram demasiado parecidas com as do secundário, que salvo raras excepções, tanto odiei), os colegas muito simpáticos, mas à primeira vista em nada se assemelhavam comigo. Nem conversa tinha para eles, como disse em tempos a um amigo de sempre. E aí veio a primeira (de muitas) vontade de desistir.
Mas, e depois de uma longa conversa com o M., achei que era cedo demais para cruzar os braços. As coisas melhoraram. Depois de decidir que ia ficar por ali mesmo, achei que talvez fosse a hora de deixar que os outros me conhecessem. Aproximava-se a Gala ISCSPiana, e com ela veio o primeiro jantar de amigos.

Pouco tempo depois, foi durante o tempo em que supostamente estaríamos numa conferência que não interessava nem ao menino Jesus, que decidimos jogar ao temível (ou não) "verdade ou consequência". Poderia muito bem ter escolhido as consequências ou então ter inventado a mais medonha mentira que me desse na real gana, mas achei que seria bom ver certas reacções e expressões nas caras deles, quando soubessem um pouco mais sobre mim. Quando soubessem que esta menina pode ser muito diferente do que imaginam!

Estávamos já em Dezembro e com o Natal vêm as tão desejadas férias!
Mas, depois de duas semanas de mão dada com a vidinha de sempre, é mais difícil voltar, ainda mais quando nos espera o último mês de aulas e a época de frequências (pela primeira vez na vida) está à porta!

Diz o povo que "o que tem que ser, tem que ser e tem muita força" e lá vem a menina por aí a baixo, trazendo consigo nova vontade de desistir, ainda que sem saber. Vai daí, já tinha o discurso preparado para anunciar a todos da minha decisão, quando em conversa com o J. me foi relembrada a vontade que o meu pai tinha em que eu estudasse, como nenhum outro filho dele o tinha feito até aqui. E não só porque é a vontade do meu pai, mas muito por isso, continuei a luta.

As amizades foram solidificando-se! Nesta altura já se davam palpites sobre as vidas dos outros e dizia-se já o que se pensava muito em jeito de brincadeira. Era uma chuvosa manhã de terça-feira, e Janeiro já se aproximava do fim. Os ânimos estavam alterados a pressão das frequências estava a deixar-nos stressados e o cinzento do céu começava a deprimir. Nunca achei que fosse ouvir aquelas palavras vindas de tal boca. Sempre com as suas brincadeiras, aquele tipo de conversa foi qualquer coisa de extraordinário! Fez-me pensar, virar a página e encerrar um capítulo pouco feliz da minha vida. Obrigada por isso G.!

Fevereiro chegou, e com ele veio a tão temida época de frequências! Entre os péssimos resultados e discussões com colegas de turma, vieram os aniversários da minha avó e da minha tia que permitiram relaxar por uns momentos.
Quando eu digo que os resultados foram péssimos não estou a exagerar. Chumbar 4 em 6 cadeiras é o pânico! Sendo que o que mais me doeu foi ser excluída no primeiro exame oral da minha vida.
E adivinhem? Isso mesmo! Apeteceu-me fugir para bem longe e deixar tudo para trás!

Lá veio o Carnaval, um dos mais divertidos de que me lembro, e a energia que me faltava para enfrentar a realidade e continuar uma guerra, onde já ia a perder uma batalha.

Março dava, já, os primeiros sinais de vida e o segundo semestre também!
Olhando para as novas cadeiras, achei que até poderiam ser interessantes. E com um bocadinho de sorte, algumas aulas até foram divertidas!

Resolvi que este semestre ia ser diferente. E foi, realmente.
Primeiro permiti-me ser feliz sozinha ou acompanhada. Fiz questão de conhecer novos sítios e outras pessoas e tive que, de uma vez por todas, aceitar que a felicidade de uns pode significar a infelicidade de outros, mas a vida é assim mesmo!
Achei que neste semestre devia seguir um dos princípios de Bolonha, que visa que cada aluno trace o seu caminho académico, e por isso fui às conferências que me interessavam.

A Primavera chega mais tarde ao ISCSP, mas chega com a força e a energia que todos estávamos a precisar e a festa aconteceu Spring Emotions 09!

A vida corria-me bem, mas algumas pessoas fizeram questão de me estragar a felicidade! Não bastava já a minha falta de vontade para estudar!
Nova época de frequências e de novo os resultados estavam a ser maus. Primeiro comecei a desesperar, depois decidi que precisava de uns dias só para mim e por fim decidi que tinha que passar de ano ou então ia fazer as minhas malinhas e fazer-me à vida. Estava determinada!

A determinação foi tal, que este semestre consegui fazer todas as cadeiras, safando-me como podia. Para a próxima semana começa a época de recurso e lá vou eu tentar a minha sorte nas cadeiras que ficaram pendentes no primeiro semestre! Depois, em Agosto, chegam as merecidas e tão desejadas férias e em Setembro estou de volta ao ISCSP, nem que para lá chegar tenha que recorrer ao kung fu!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Dia de ...

Dizem que hoje é dia de Portugal. Para mim é dia de estudo compulsivo.

Ai a sociologia!



P.S.: Hoje faz 16 anos que o meu avô João faleceu. Tenho pena de não ter tido a oportunidade de conviver com ele do jeito que eu gostava...

sábado, 6 de junho de 2009

Lá fora há chuva e vento. Aqui há uma mistura de música com papeis, livros e afins!

E entretanto já há sol!

sábado, 30 de maio de 2009

Ui, que isto hoje tá bom!



Porque nos últimos tempos me tem feito falta, como nunca...

  • O meu pai [na foto], que aliás me faz falta em todos os momentos da minha vida, incondicionalmente;
  • Uma bela de uma cartada com as pessoas de sempre, com a batotisse do costume;
  • As noites de Verão barulhentas e com muita algazarra que começam em casa com a família e acabam por aí com os amigos de sempre;
  • Uma praia, para mergulhar numa bela noite e ficar com a roupa molhada colada ao corpo;
  • Os jarros de sangria e as golfinhagens do costume;
  • Os pequenos-almoços à hora dos grandes almoços;
  • O deitar cedo (de manhãzinha) e levantar tarde;
  • O Dolce fare niente;
  • O cheiro a mar;
  • e um monte de outras coisas....

...mas para já só se tem livros e papéis espalhados por todo o lado, o refúgio de uma sombra (que lá fora está uma brasa), a garrafa de água gigante, as bolachinhas "F Plus"companheiras de noitadas, os telemóveis com as sms's intermináveis (adoro ser moche e extravaganza :D), e a música que não deixo que se vá.


A uma semana das frequências, não estou a conseguir estudar como deve ser.
Lá fora uma cidade inteira grita por mim, e eu, eu aqui encafoada. E isso deixa-me nervosa.
Perco-me nas milhentas redes sociais que a Internet oferece, nas conversas no msn, nas idas e vindas de uma janela que é hoje o meu único contacto com o mundo lá fora!
Tenho vontade de fazer mil e uma coisas e o tempo convida a isso, mas não posso ou não devo e isso deixa-me ainda mais exaurida!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Gata, again!


Eu bem queria...Com um cartaz tão mas tão apetecível!
Mas está a parecer-me que não vai poder ser, para meu desgosto...
VOU FAZER BIRRA!