sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"A Single Man" e Economia

Como é que estão os meus leitores favoritos? O da esquerda tem uma nódoa na camisa, é melhor trocar.
Adiante.
O meu dilema académico tinha, aparentemente, chegado ao fim mal acabei o exame de economia.
Aparentemente dizia eu...
Assim que li a sinopse do filme "A Single Man" disse para mim: "Tenho que ver este filme".
As minhas experiências de idas ao cinema sozinha não foram muito felizes, vai daí tinha que arranjar companhia para o ver e por isso tornei-me na criatura mais chata à face da terra até que o Jonas e a Sofia fizeram o favor de me acompanhar ao cinema. A quem não é homofóbico aconselho vivamente. Para quem é, arrisca-se a perder dinheiro e a sair a meio do filme ou pode ser que de repente saiam de lá com uma mente mais iluminada.
O filme fez-me recordar vivências boas e menos boas, através de coincidências entre o tela e a vida real e teve o sabor doce de uma tarde bem passada no cinema em boa companhia.
Teria sido perfeito, se a meio do filme não recebesse uma notícia que amargou a minha boca: "Cati, lamento mas já não estás de férias. Tens oral de economia" disseram-me. A primeira reacção foi: Não quero. Mas logo depois caí em mim, já sei que o tem que ser tem muita força e nos próximos dias vou precisar de muita força e paciência.
Se e vir livre de economia até vou jurar que é mentira.

Até à próxima. Beijinho no canto dos olhos.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Falsidades

Sempre ouvi dizer que os sentimentos que nutrimos pelos demais, fazem de nós pessoas mais ou menos felizes.
Pois bem, deve então ser por isso que de vez em quando fico num estado depressivo em que me apetece por termo à vida que levo e (re)começar do zero. E uma profunda tristeza se abate sobre mim e um gosto amargo de fel se apodera dos meus sentidos e uma raiva se entranha na razão. Fico colérica e logo a seguir apática.
Eu sei que não é bom, e não é por achar melhor ou gostar que cultivo este ódiozinho de estimação pelas pessoas, mas simplesmente não consigo pegar em tudo o que foi feito e/ou dito, amachucar como um papel que já não tem serventia e deitar fora (e até esse pode sempre ir para a reciclagem).
Lamento ser assim, mas não consigo mudar e juro (por tudo o que me é mais sagrado) que tentei, mas não consigo.
Sei que me consome por dentro este, que é o meu próprio veneno. Um dia hei-de morrer com uma úlcera...
Por vezes sinto-me mal por ser assim, mas sou imperfeita como todos os simples mortais e vivo assim, como falsa, falsinha vá, para os outros e para comigo, o que é bem pior.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O Mais Louco Carnaval de Lisboa é no Politeama, com "A Gaiola das Loucas"

No dia do enterro do entrudo a grande questão é: E como foi esse Carnaval?
Com muitos balões de água e porcarias à mistura; Máscaras e acessórios pindéricos e afins??
O meu foi com muitas purpurinas e plumas, mas isso agora não interessa nada...ou até interessa. «Porquê?» Estão vocês a perguntar, suas almas curiosas.
E eu respondo «Porque fui ver "A Gaiola das Loucas" ao Politeama!» E agora vocês morrem de inveja e com razão, porque é de facto um grande espectáculo.
Para quem ainda não viu vá a correr comprar os bilhetes para ver, quem já viu deve compreender o porquê de não ser possível passar para um texto a grandiosidade do musical do La Féria.
Estou mesmo extasiada.
Os bailarinos são brilhantes, as canções fantásticas e super bem interpretadas. Carlos Quintas num papel fenomenal assim como Joel Branco que muito bem representa a pronuncia da cidade "Imbicta".
Mas é José Raposo quem recebe a minha maior ovação já que foi também quem me faz ir às lágrimas. No papel de Zázá, fez-me compreender o porquê do meu fascínio pelos espectáculos de transformismo. O porquê da minha admiração profunda por aqueles homens que se transformam em autênticas senhoras.
José Raposo mostra-se como um brilhante, extremamente brilhante actor!
A sátira politica está, também, presente. E assim se prova como um drama e comédia podem andar de mãos dadas.
Palavras para quê?! "Somos o que somos"!
Até para o ano, quando o Carnaval ressuscitar porque hoje enterra-se o Entrudo.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Este não é um blog qualquer...

Então que tal vai a vossa vida? Tão cinzenta quanto este tempo?
A minha está num tom rosado pálido, mas isso não interessa nada.
Hoje venho falar-vos deste blog.
Este não é um blog qualquer. Não, não...
Este não é um daqueles blogues remelas com artroses e catarro.
Este é um blog jovem e obeso como as crianças da sua geração, a geração fast-food.
Este é um blog viciado em novas tecnologias e como não podia deixar de ser, este blog aderiu às redes sociais.
Aqui ao lado podem tornar-se fãs da página do 100 nada a perder no Facebook.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Eu amo você ;)

Como já devem saber, sou pouco dada a calendarizações de sentimentos, pelo que estas "datas especiais" passam-me bem ao lado.
Mas, eis que chega um dia especial.
Não, hoje não é dia dos namorados, HOJE É DIA DE S. VALENTIM. É dia de dizer às pessoas de quem gostamos, que gostamos delas, que as amamos, que as adoramos!
E por isso, meus amigos, meus queridos, meus mais-que-tudo:
GOSTO MUITO DE VOCÊS.
Do jeitinho que cada um tem, com todos os defeitos e virtudes, com todos os sorrisos e todas as lágrimas, nos bons e nos maus momentos. E nem a morte nos há-de separar!
Viva ao amor, sempre!