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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Day 11 - 80's fever

Day 11 – For You What Song Defines The 80’s?

Epá esta é das difíceis...muito difíceis.
Se, em termos musicais, tivesse que eleger uma década, seria com toda a certeza a década de 80!
Se por um lado esta década é fértil em pérolas que facilmente chegam a tesourinhos deprientes como:






ou

ou (um grande guilty pleasure )


Por outro lado é detentora de grandes marcos intemporais da música internacional:
(atenção que o nível de piroseira aqui não vale)










Década onde as divas eram:







(ok, já chega de vídeos. Podia estar um dia a publicar) Já para não falar nas grandes bandas sonoras como:

Kenny Loggins - Footloose em Footloose;
Berlin - Take my breath away em Top Gun;
Patrick Swayze - shes like the wind em Dirty Dancing;
Fire Inc. - Nowhere Fast em Streets of fire.


Definitivamente se eu tivesse vivido os anos 80, teria sido uma grande maluca, mas o que é certo é que não me consigo decidir na música para responder à questão inicial.

Talvez...e se fosse esta montagem?!










É...pode ser,mas sabem que mais? Acho que ainda não meti aqui todos os 80's mega hits que queria.
Fica para a próxima.
beijocas :)

sábado, 2 de outubro de 2010

"Tento Saber"

Tento saber como é que vai ser, se posso viver sem ti
Tento fugir mas eu só penso, na hora em que estás aqui
Tu nunca vens e quando apareces, finges que não há nada
Deixas-me só sempre a pensar, que chegamos ao fim da estrada

Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti
Às vezes disfarço e não consigo
Mas eu só penso na hora em que estás aqui

Ligas para mim, eu vou até ai, depois dizes que não podes
Prometo que não te quero ver mais, até que tu não me largues
Não vejo ninguém vou por ai, deixo passar as horas
Chamo-te nomes grito contigo, e tu dizes que me adoras

Pode parecer que sou livre mas eu estou preso a ti
Às vezes disfarço e não consigo
e eu só penso na hora em que estás aqui

Tento manter a calma às vezes, parece que não te ligo
Pode parecer até que te esqueço, mas só quero estar contigo
Tento dizer adeus e tu deixas, sempre uma porta aberta
Tento esconder e fujo para noite, acordo de uma directa

Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti
Às vezes disfarço e não consigo
Mas eu só penso na hora em que estás aqui


[Tento saber - Nuno Guerreiro]

terça-feira, 31 de agosto de 2010

No Teu Poema

No MEU poema, também existe um verso em branco, à espera do futuro...

["No Teu Poema" - Azituna (José Luís Tinoco)]

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O tipo de coração

"Há muitos tipos de corações. Há corações pequenos e tímidos, há corações grandes e abertos, há corações onde é preciso meter requerimentos de papel azul e selo de garantia para abrirem as portas e outros cheios de janelas, frescos e arejados. Há corações com trancas, segredos e sistema de alarme que são como cofres de bancos. Corações sombrios e desconfiados, com fechaduras secretas e portas falsas. Corações que parecem simples, mas quando se entra lá dentro, espera-nos o mais perverso dos labirintos. E há corações que são como jardins públicos, onde pessoas de todas as idades podem entrar e descansar. Há corações que são como casas antigas, cheios de mistérios e fantasmas, com jardins secretos e sótãos poeirentos, carregados de memórias e recordações e há corações simples e fáceis de conhecer, descontraídos e leves, sempre em férias como tendas de campismo. Há corações viajantes, temerários e corajosos, como barcos à vela que nos parecem bonitos ao longe, mas que nos deixam sempre na boca o sabor amargo de nunca os conseguirmos abarcar... Há corações missionários, despojados e enormes. Há corações que são paquetes de luxo, onde o requinte é a palavra-chave para baterem... Há corações que são como borboletas e voam de um lado para o outro sem parar, numa pressa ansiosa de viver tudo antes que a vida se acabe. Há corações que são como elefantes do zoo, muito grandes, pacíficos e passivos que aceitam viver limitados pelos outros e que até tocam o sino se os tratarmos bem e lhes dermos mimos e corações aventureiros, sempre prontos para partir em difíceis expedições e se ultrapassarem a si mesmos. Há corações rebeldes e selvagens que não suportam laços nem correntes, corações que correm tão depressa como chitas e matam como leoas, e depois há corações gnus, que sabem que vão ser caçados mas não fogem ao seu destino... Há corações que são como rosas, caprichosas e cheios de espinhos e outros que são campainhas, simplórios e carentes sempre a chamar por afecto. Há corações que são como girassóis, rodando as suas paixões ao sabor do brilho e da glória e corações como batata-doce, que só crescem e se alimentam se estiverem bem guardados e escondidos debaixo da terra. Há corações que são como pianos, altivos e majestosos onde só tocam os que possuem a arte de bem seduzir. E corações como harpas, onde uma simples festa provoca uma sinfonia. Há corações incondicionais que vivem tão maravilhados em descobrir a grandeza de outros corações que às vezes se esquecem de si próprios... Há corações estrategas, que batem ao ritmo de esquemas e planos, corações transgressores que vivem para amar clandestinamente e só sabem desejar o proibido e corações conservadores, que só se entregam quando tudo é de acordo com os seus padrões e valores. Há corações a motor, que vivem só para o trabalho e corações poetas só se alimentam de sonhos e ilusões. Há corações teatrais, para quem a vida é uma comédia ou uma tragédia e corações cinéfilos que registam a beleza de cada momento em frames de paixão. Há corações duros como aço, sem arritmias, onde nada risca e faz mossa e corações de plasticina que se moldam às formas dos corações que amam. Há corações de papel, bonitos e frágeis que se amachucam facilmente e desbotam à primeira lágrima, há corações de vidro que quando se estilhaçam nunca mais se recompõem e corações de porcelana que depois de se partirem ainda sabem colar os destroços e começar de novo. Há corações orientais, espiritualizados e serenos e corações ocidentais hedonistas e ambiciosos, corações britânicos onde tudo é meticulosamente arrumado segundo costumes e convenções, latinos que batem ao som da paixão e da loucura. Há corações de uma só porta que são como grandes casas de família e outros de duas portas, uma para a sociedade e outra para a intimidade. Há corações que são como conventos, silenciosos e enclausurados e outros que são como hotéis, onde se paga o amor sem amor, escandalosos e promiscuos. Há corações parasitas, que vivem do afecto dos outros sem nada dar e corações dadores que só são felizes na entrega. Mas há ainda uma ou outra espécie de corações, os corações hospedeiros que sabem receber e fazem sentir os outros corações como se estivessem em casa, que dão e aceitam amor sem se fixarem, que tratam cada passageiro como se fosse o último, enquanto procuram o coração gémeo, sempre na esperança, secreta e nunca perdida de um dia deixarem de viajar e sossegarem para a vida."
"As Crónicas da Margarida" Margarida Rebelo Pinto
E o teu coração, de que tipo é?
O meu não sei. Por vezes acho que é como um híbrido de todos estes, outras vezes acho que a cada dia é de um tipo diferente e outras ainda, acho que é de um outro tipo. Um tipo que ainda ninguém descobriu que existe!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

7 dias, 7 filmes!

Nestes dias que se passaram, por uma razão ou por outra, tive que fazer o imenso sacrifício (brincadeira, eu adoro) de assistir a 7 filmes em 7 dias...


1) O primeiro trata-se de um documentário de Tiago Figueiredo. Os Vizinhos conta o quotidiano dos ex-habitantes da Musgueira Norte, agora realojados na Alta de Lisboa. Ficou muito bem conseguido e vai dar uma ajuda do tamanho do mundo para o projecto-turma na cadeira de Sociologia Urbana!




2) Good Bye Lenin! de Wolfgang Becker pareceu-me ao 3º visionamento um pouco mais aborrecido, mas nem assim deixo de admirar o quão bem caracterizado ficou aquele apartamento e as reportagens caricatas que Alex produzia para a sua mãe assistir! Um brinco para descomprimir das aulas de Nacionalismos e Identidade, sem nunca deixar de aprender alguma coisa.




3) Do meu admirado Alejandro González Iñárritu, 21 Grams é aquele miminho para uma tarde de inverno em que coisas para fazer não faltam, mas a vontade de sair da cama é muito pouca. Afinal, quanto pesam 21 gramas?




4) Primeiro apaixonei-me pelo actor (não porque é um homem bonito, mas pela sua versatilidade), depois pela genialidade do filme e só então pela personagem ambígua. Secret Window (David Koepp) mostra como é possível que todos escondam uma personalidade macabra dentro de si!






5) Tem uma banda sonora que me arrepia. De tantas vezes que o quis ver e perdi a oportunidade de o fazer, foi desta. Zona J de Leonel Vieira. Afinal existe cinema português de qualidade :)





6)Unbreakable (M. Night Shyamalan) traz uma história surreal! Da BD à vida real, vai apenas um passo na cabeça de Elijah Price. Um super-herói tem sempre um inimigo mas o pior (ou o melhor) deles é o seu arqui-inimigo, aquele que combate o super-herói com a mente e não com a força de braços. O que mais assusta "é não saber qual o nosso lugar neste mundo... não saber porque estamos aqui".



7) À N'esima vez que vejo Life as a House de Irwin Winkler todo e qualquer momento me prende ao ecran! Ainda não aprendi a conter as lágrimas e choro que nem uma desalmada!
Um dos meus favoritos, este filme faz-me reviver situações da minha vida não muito boas, mas que têm que ser, não ultrapassadas, mas vividas e continuar a viver...
Meus amigos, depois de um dia como o de hoje, só me apetece dormir. Até amanhã!

domingo, 17 de maio de 2009

Olhar com olhos de ver

Sempre me disseram que o correcto era ver o lado "de dentro" das pessoas. Eu tento fazê-lo.
Não gosto de viver num mundo de (falsas) aparências, até porque, tal como diz o Zé Povo (sempre provido de tanta razão) "nem tudo o que parece, é" e, de facto, não o é muitas das vezes.
Ligamos demasiado para o que olhamos e tão menos para o que vemos.
O ser humano, imperfeito que é, toma como certo as suposições que faz sustentadas pela aparência. Por vezes essas suposições mostram-se a mais pura das realidades, outras nada mais são que erros precipitados.








Depois de me ter arrepiado com esta senhora, que desafiou os jurados e a plateia quando riram dela, calando-os com a sua magnifica voz (a qual me arrepia só em pensar) eis que surge este personagem, e o que me parecia ser (mais) uma (potencial) Rock Star, consegue deixar-me, não só com todos os pelinhos do meu corpo em pé, como ainda de queixo (des) caído!
E mais uma vez me lembro das (sábias) palavras do Povo, "as aparências iludem".

terça-feira, 21 de abril de 2009

Lanterna dos Afogados e outras coisitas mais...

Por ele, nunca tive grande apreço. Gosto de parte do seu trabalho, mas nunca me encantou, enquanto músico. Ela é uma espécie de voz que me atormenta, não sabendo bem, eu, se para o bem ou para o mal.
A música é uma ternurinha que chegou aos meus ouvidos nas longas horas de música que ouvia com o meu pai...

[Lanterna Dos Afogados (Hebert Viana)]

Lá pelo ISCSP, hoje foi dia de conferência sobre "O Poder dos Media na Tomada de Decisão Política" e tive o prazer de ouvir os Deputados Fernando Negrão e Nuno Melo, bem como os jornalistas Luís Costa Ribas e Luís Castro da SIC e RTP respectivamente.*

Posso dizer-vos, meus caros, que gostei imenso de os ouvir a todos houve, contudo, quem me fizesse arrepiar e essa pessoa foi LUÍS CASTRO quando contava que "...perdi as imagens da minha vida, mas durmo todos os dias de consciência tranquila..."**

*Teria todo o gosto em ouvir o jornalista Mário Crespo que infelizmente não esteve presente.

**Quando nos contava (dizia eu) que "poupou" a vida de um prisioneiro, e não permitiu que lhe cortassem a cabeça.

Diz que dia 23 deste mês é dia de Spring Emotions 2009 @ ISCSP e o bilhete já cá canta!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Fim-de-semana









Não raras vezes me perco em recordações...
Nunca gostei de planear a vida (até porque normalmente os planos saem-me furados), prefiro viver um dia de cada vez.
Mas quando o fim-de-semana chega à porta, tudo muda...
A semana "foi mais curta" mas o fim-de-semana vai saber-me bem, muito bem!

O FIM-DE-SEMANA É MEU!

domingo, 18 de janeiro de 2009

The Curious Case of Benjamin Button

"Nunca se sabe o dia de amanhã..." e por isso mesmo o despertar para o dia de hoje foi muito melhor!

Oxalá pudesse eu também criar um relógio onde o tempo retrocedesse, na esperança de voltar a ver quem foi ficando para trás, muito mais do que para remediar erros cometidos, mas "... as pessoas que amamos têm que morrer um dia, se não como sabemos que as amamos?!"

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Braga

[autor: Vital; URL:http://olhares.aeiou.pt/braga_foto534917.html]


Porque às vezes tenho muitas saudades dos momentos que aqui passei; porque eu AMO esta cidade; porque Braga é linda!; porque me apetece; porque a foto está espetacular; porque este fim de semana estou de volta; porque sim; porque gosto; porque...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Nem sabes o que é o amor! # 2

"Não!
Quer dizer...acho que não! Não definitivamente.
Ela é só e apenas uma amiga.
É, neste momento, uma das mais queridas amigas que tenho.
Tenho pena de não conseguir saber mais sobre ela. Talvez por vergonha, receio nunca lhe perguntei coisas que quero muito saber... É tão reservada, que mesmo na minha condição de amigo, é estranho fazer -lhe perguntas tão pessoais.
Dizem-me que estou apaixonado por ela. Eu acho que não. Não sei, na verdade. Estou confuso!
Lembro-me que quando a vi pela primeira vez, a achei irritante! Mas, poucos dias depois, fiquei envolvido pelo seu discurso, pelas suas ideias.
Não me lembro de me sentir assim...
Como é possível sentir saudades de uma pessoa com quem estou todos os dias?
Definitivamente, isto é estranho.
...
Recebi uma mensagem...é dela!
«Olá»
Só isso! Assim sem mais nada?! Que lhe digo agora??
...
Vou dizer-lhe «Olá amiga, tudo bem? Então ontem saíste com os teus amigos? Adoro-te beijinho!»
Não me soa muito bem!
Paciência agora já está!
Acho que ontem foi sair com os amigos...Só comigo é que nunca sai...
Às vezes acho que devo ser uma melga para ela! Mas acho que até agora, foi ela a única que realmente me entendeu! Se calhar por ser tão diferente quanto eu....
Não sei o que pensar sobre isto que sinto...
Nem sabes o que é o amor..."*


[M.G. & A.G. "Nem sabes o que é o amor - ele"]
*com a colaboração de G.B., obrigada!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

E se...

...alguém nos falasse de um "...futuro que já era passado sem ter sido ainda presente..."*?




* CASTELO, Virgílio, "O Último Navegador"

sábado, 3 de janeiro de 2009

Nem sabes o que é o amor! # 1

"Quando o vi pela primeira vez nem me importei; mais um como tantos outros. Só dias depois reparei nos seus olhos fulgentes, quando nos refugiamos na sombra e no descanso daquelas escadas...
Foi-me imposto como amigo, mas com o passar do tempo, sua presença começou a ser preciosa e a sua falta muito, mas mesmo muito, sentida.
Estaria eu apaixonada? Cheguei a pensar que sim!
Revelaram-se segredos e percebi que era a minha alma-gémea, era igual aquilo que sou!
Não estou apaixonada, afinal, ele é a minha metade, é parte de mim. Como posso eu estar apaixonada por mim própria?! Não sou nada narcisista!
É então um amigo especial. Mas...mas então porque o desejo tanto??
Não. Não é amor isto que sinto. Eu ainda sei o que é o amor, ora bolas.
Será que sei, mesmo? Porra para isto. Já estou tão baralhada.
Amanhã vou perguntar-lhe o que é o amor!
Que estou eu a dizer... vai achar que sou uma tonta! Bem, pelo menos vai ter razão.
Mas saberá ele responder-me?! Também ele anda confuso, que eu bem sei....
Quero tanto falar com ele, mas está tão longe! Então rapariga, para que servem os telemóveis?! Manda-lhe uma mensagem! É isso, vou mandar-lhe uma mensagem...
Mas o que é que escrevo?? O que é que lhe digo?? Ai que insegurança!
Que estupidez. Afinal ele é teu amigo. Há-de haver qualquer coisa para lhe dizer!
«Olá!»
É isso. Vou dizer-lhe «Olá!»
Mas ... só isso?!
Que se lixe! os amigos mandam mensagens, também quando não há nada para dizer. É uma maneira de mostrar que estamos presentes, só.
Ok. Vou mandar-lhe então...
Porque é que não me responde????
Se calhar está a dormir... Ontem deve ter saído, e é ainda muito cedo para acordar depois de uma noitada!
Ou então não responde porque não há nada para responder. Também, que ia ele responder: «Olá», hum... não me parece. Não é dessas coisas...
Bem, alguma coisa se passa! Se estava a dormir, já devia ter acordado!
Respondeu! Respondeu!
Que nervos! Estás a rir-te porquê?! Nem sequer lês-te a mensagem...estás mesmo parva!
Ele diz: «Olá amiga, tudo bem? Então ontem saíste com os teus amigos? Adoro-te beijinho!»
Amigos, que amigos?! Não tenho mais amigos...
Ele diz que me adora! Ele diz que me adora!
E queres convencer-te a ti própria que não estás apaixonada! Claro que estás.
Nem sabes o que é o amor..."
[M.G. & A.G. "Nem sabes o que é o amor - ela"]
Creio que o "Nem sabes o que é o amor - ele" está para vir!
E eu , cá o espero!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

QUE DEUS???

Como já é de conhecimento público, a pessoa que por aqui escreve é viciada em música! Isso não é novidade, a novidade é que agora se lembrou de escrever sobre as músicas que ouve (na verdade, sempre o fiz, a diferença é que agora escrevo para um público).
Sempre tive uns gostos estranhos, dizem, mas, gostos são gostos e os meus são sagradinhos (para mim, claro). Ouvia eu a música "Que Deus" desse grande Boss AC, quando, e sem espanto algum, desato em choradeira parva!
Porquê? (perguntam vocês)
Muito simples, ora vejam:
Há perguntas que têm que ser feitas

Quem quer que sejas, onde quer que estejas
Diz-me se, é este o mundo que desejas?
Homens rezam acreditam, morrem por ti
Dizem que 'tás em todo o lado, mas não sei se já te vi
Vejo tanta dor no mundo, pergunto-me se existes
Onde está a tua alegria, neste mundo de homens tristes?
Se ensinas o bem, porque é que somos maus por natureza?
Se tudo podes, porque é que não pões comida à minha mesa?
Perdoa-me as dúvidas, tenho que perguntar
Sou o teu filho e tu me amas, porque é que me fazes chorar?
Ninguém tem a verdade, o que sabemos são palpites
Sangue é derramado, em teu nome é porque o permites
Se me deste olhos, porque é que não vejo nada?
Se sou feito à tua imagem, porque é que eu durmo na calçada?
Será que pedir a paz entre os Homens, é pedir demais?
Porque é que sou discriminado, se somos todos iguais?
Porquê?

REFRÃO:
Porque é que os Homens se comportam como irracionais?
Porque é que guerras doenças matam cada vez mais?
Porque é que a paz não passa de ilusão?
Como pode o Homem amar com armas na mão?
Porquê?
Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas
E se eu escolher o meu caminho será que me aceitas?
Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei
Eu acredito é na paz e no amor

Por favor, não deixes o mal entrar no meu coração
Dou por mim a chamar o teu nome, em horas de aflição
Mas, tens tantos nomes, és Rei de tantos tronos
Se o Homem nasce livre, porque é que alguns são donos?
Quem inventou o ódio? Quem foi que inventou a guerra?
Às vezes acho que o inferno, é um lugar aqui na Terra
Não deixes crianças, sofrer pelos adultos
Os pecados são os mesmos, o que muda são os cultos
Dizem que ensinaste o Homem a fazer o bem
Mas no livro que escreveste, cada um só lê o que lhe convém
Passo noites em branco, quase sem dormir a pensar
Tantas perguntas, tanta coisa por explicar
Interrogo-me, penso no destino que me deste
E tudo o que me acontece, é porque Tu assim quiseste
Porque é que me pões de luto e me levas quem eu amo?
Será que é essa a justiça pela qual eu tanto reclamo?
Será que só percebemos quando chegar a nossa altura?
Se calhar desse lado está a felicidade mais pura
Mas se nada fiz, nada tenho a temer
A morte não me assusta, o que assusta é a forma de morrer

REFRÃO:

Porque é que os Homens se comportam como irracionais?
Porque é que guerras doenças matam cada vez mais?
Porque é que a paz não passa de ilusão?
Como pode o Homem amar com armas na mão?
Porquê?
Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas
E se eu escolher o meu caminho será que me aceitas?
Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei
Eu acredito é na paz e no amor

Quanto mais tento aprender, mais sei que nada sei
Quanto mais chamo o teu nome, menos entendo o que chamei
Por mais respostas que tenha, a dúvida é maior
Quero aprender com os meus defeitos, acordar um homem melhor
Respeito o meu próximo, para que ele me respeite a mim
Penso na origem de tudo, e penso como será o fim
A morte é o fim ou é um novo amanhecer?
Se é começar outra vez, então já posso morrer

MADREDEUS:

Ao largo, ainda arde
A barca, da fantasia
O meu sonho acaba tarde
Acordar é que eu não queria
Como diria o POVO: " Para bom entendedor, meia palavra basta!"

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Séries

Cá vai a lista de algumas das melhores Séries de sempre!



Criminal Minds





The X Files




Dexter




Bones




The A - Team




Hoje apetece - me: ver todas estas séries exaustivamente!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Patrice - Soulstorm

Já aqui tinha dito que os festivais de verão deste ano estão muito bons e o Delta Tejo não foi excepção...

Ali no Alto d'Ajuda, pertinho da casa da avó e ainda mais perto da Universidade para onde me candidatei!

Hoje apetece-me: ouvir Patrice até o raiar do sol!

terça-feira, 15 de julho de 2008

Festivaleiros





Foi no ultimo Sábado que este senhor actuou no Optimus Alive 2008!


Este ano os festivais estão no seu melhor!



Hoje apetecia-me: Bilhetes para os próximos festivais!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

SBSR (LISBOA)







Felizmente a Antena 3 existe!






Acabo de ouvir o concerto em directo do MIKA no SBSR (via Antena 3)!






Estou em autentico furor... Um concerto cheio de power, mesmo aqui em casa!



A festa da Pop!!!






Ainda por cima fala português, o rapaz (ao que parece, morou em Portugal durante uns tempos, quando a mãe fugiu de casa, mais propriamente do pai do Mika, e se alojou num hotel no Estoril).






Maravilhoso!






E a versão (do Mika) de JUST CAN'T GET ENOUGH (Depache Mode) foi fantástica!




Continuo extasiada com este concerto!






Nota: As fotos foram retiradas do site da Antena 3