domingo, 8 de fevereiro de 2009

Diz que disse...

"Sempre que se conta um conto, acrescenta-se sempre um ponto!" Isto diz o Povo provido da sua razão.
São muitas as vezes em que aquilo que dizemos é mal interpretado e, quando essa má interpretação corre muitos ouvidos, nascem muitos mal entendidos.
Não quero com isto dizer, que não disse aquilo que disse e de modo algum estou a insinuar que alguém inventou uma ou várias partes da história, apenas pretendo demonstrar que nem sempre aquilo que temos como um dado adquirido corresponde à verdade (que aliás, é subjectiva).

4 comentários:

Luís Gonçalves Ferreira disse...

Não sei que acontecimento motivou este post, mas essa é uma grande verdade.

Existem pessoas que têm o dom de perceber tudo à primeira, com meias-palavras até - "para bom entendedor meia-palavra basta" como o povo convencionou. Outras tantas (como a minha irmã e o meu pai) têm a grande capacidade de não perceber nada à primeira, estando sempre a pedir para repetir. Existe uma terceira categoria, onde se incluem as afamadas beatas, que ouvem uma coisa, transformam-na em algo completamente diferente e difundem-na pela sociedade em geral.

Isso faz-me lembrar o aquele jogo do telefone, lembras-te? Aquele em que um elemento dizia ao ouvido do outro - "o rato é cinzento", passava de ouvido em ouvido, até que, chegado do fim, tudo se havia transformado num "O João é igual ao vento" ou o "taco é machento".

Enfim, são os disse que disse que o outro disse da boca do realmente havia dito.

UM BEIJO

PS.: tens que me contar o porquê deste post.

GAB disse...

Esses diz que disse acabam seeeempre da mesma maneira!

Vá, resolve lá isso...

Beijinho!

Luís Gonçalves Ferreira disse...

Este teu blog ficou, assim ó-de-repente, mais belo ?

essas substâncias meta-físicas mas carnais que te enfeitam o espaço, são mesmo fixes :D

BEIJO

ß→αιχιηнα disse...

nada melhor que travar uma conversa esclarecedora!

beijinho*